quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Uso de recursos da web 2.0 em sala de aula


Com o uso da Web 2.0 na educação, o professor deixa de ser o detentor do saber e transmissor de conteúdos, passando a ser o facilitador, aquele que estimula nos alunos a cultura de produzir e debater ideias.
Há várias ferramentas Web 2.0 que podem ser utilizadas para ampliar a capacidade dos alunos, por exemplo, uso do Wiki, Blogs, podcast, que estimula a possibilidade de troca de conhecimento, pesquisa, debate, escrita; onde o aluno passa a ser um agente pensante. E o professor por sua vez terá a oportunidade de verificar aspectos muitas vezes difícies de serem identificados em sala de aula, como a capacidade de elaboração de texto pelo aluno.
A construção de um blog como diário virtual onde o aluno pode postar vídeos, áudios, textos, imagens, animações, enquetes, recursos de comunicação, entre outros.
O mapa interativo onde o educando tem a possibilidade de se descrever, se localizar no mapa e inserir fotos.
Gravadores de áudio onde o aluno grava sua fala frente ao conteúdo proposto e compartilha através de sites ou blogs com o propósito dos demais colegas acessarem e colaborarem na construção do conhecimento colocando o ponto de vista de cada um.
Editores de textos onde o aluno escreve textos colaborativos de maneira quase síncrona e pode ter acesso aos históricos de versões anteriores do texto produzido e recuperá-los quando necessário.
Existem sites de construção de estórias em quadrinhos onde o educador tanto pode gerar as mesmas para apresentar aos seus alunos como solicitar que os mesmos produzam sua própria estória e/ou livrinhos virtuais para posteriormente compartilhar através da internet com os demais colegas. 
Enfim, são recursos disponíveis que fazem parte da atual Web 2.0 e que facilitam muito o ensino e aprendizado de nossas crianças nos dias atuais, tornando a aprendizagem das mesmas muito mais significativa e colaborativa para os mesmos.

Um comentário:

  1. A Web 2.0 vem a somar e muito no processo de ensino aprendizagem. Faz a diferença por exigir uma participação de maneira efetiva dos educandos, criando e recriando conteúdo.

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